Na demência, a estimulação cognitiva pode trazer pequenos benefícios, a curto prazo, na memória e no pensamento, e ajudar na comunicação e no convívio e, em menor grau, na qualidade de vida e no humor. As sessões de estimulação cognitiva usam atividades ajustadas à fase da doença e aos interesses de cada pessoa, para que sejam úteis e não frustrantes.

Foi estudada e é recomendada sobretudo nas fases ligeira e moderada da doença de Alzheimer e de outras demências. A maior parte dos estudos usou sessões em grupo; o formato individual, em casa, tem menos estudos, mas permite trabalhar no ambiente que a pessoa conhece.
Para pessoas sem demência que querem cuidar da memória, veja a intervenção cognitiva no envelhecimento.
